RCAAP Repository

Ação antrópica e resultantes sobre a estrutura e composição da Mata Atlântica na Ilha Grande, RJ

RESUMO A Floresta Ombrófila Densa na Ilha Grande (RJ) é constituída por um mosaico de florestas secundárias de diferentes idades. Foram estudados trechos de florestas utilizados anteriormente para cultivos de subsistência de populações caiçaras a 5, 25 e 50 anos. Para comparação, utilizou-se um trato de floresta primária. Nas áreas estudadas foi encontrado um total de 26 espécies na área de 5 anos, 70 na de 25 anos, 63 na de 50 anos e 134 na climáxica e a área basal foi de 5,6; 26,3; 32,4 e 57,9 m2/ha, respectivamente. A distribuição das espécies pelos grupos ecológicos permitiu a separação em 3 situações: a) com dominância de pioneiras (a área de 5 anos); b) com dominância das secundárias iniciais e tardias (as áreas de 25 e 50 anos) e c) com dominância das espécies climáxicas (a área climáxica). Os valores dos índices de Shannon foram de 2,51; 3,33; 3,10 e 4,28 nats/ind., para as mesmas. A participação das 10 espécies com maior Valor de Importância na densidade, freqüência e dominância tende a reduzir no sentido 5 anos-clímax. Em função da lenta evolução das variáveis estruturais nas áreas de 25 e 50 anos, estas foram classificadas como de clímax antrópico.

Lauraceae Jussieu na Reserva Ecológica de Macaé de Cima, Município de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Brasil

RESUMO Este trabalho apresenta o estudo taxonômico das espécies de Lauraceae na Reserva Ecológica de Macaé de Cima, localizada no Município de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. A vegetação da Reserva é do tipo Floresta Pluvial Atlântica Montana com altitudes entre 880 a 1.720 m. Com base nas coleções botânicas depositadas em vários herbários, especialmente nas do Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e em trabalho de campo, foram reconhecidas para a região 32 espécies subordinadas a nove gêneros: Aniba (1 sp.), Beilschmiedia (2 spp.), Cinnamomum (2 spp.), Cryptocarya (2 spp.), Endlicheria (1sp.), Nectandra (3 spp.), Ocotea (18 spp.), Persea (2 spp.) e Rhodostemonodaphne (1 sp.). O tratamento da família compreende descrições morfológicas das espécies, comentários e ilustrações. São fornecidos, também, dados sobre a distribuição geográfica, habitat, época de floração e frutificação, utilidade, além de uma chave analítica para a identificação dos gêneros e espécies ocorrentes na área. Revalidaram-se os binômios Ocotea domatiata Mez, O. pulchra Vattimo-Gil e O. teleiandra (Meisn.) Mez. Ampliou-se a distribuição geográfica conhecida de Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm. e Ocotea urbaniana Mez. Descreveu-se pela primeira vez o fruto de O. domatiata Mez e de Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm.

Year

2002

Creators

Quinet,Alexandre Andreata,Regina Helena Potsch

Pachira aquatica (Bombacaceae) na obra “História dos Animais e Árvores do Maranhão” de Frei Cristóvão de Lisboa

RESUMO Pachira aquatica (Bombacaceae) na obra “História dos Animais e Árvores do Maranhão” de Frei Cristóvão de Lisboa - Muitos desenhos, relatos e outros documentos escritos pelos europeus nos primeiros séculos após o descobrimento do Brasil continuam até hoje inéditos. Chegaram a Portugal ou ao “Reino Unido”, foram vistos ou relatados junto à Coroa ou em Academias e depois arquivados ou passaram às mãos de alfarrabistas quando estes adquiriram espólios. Alguns destes documentos forampublicados, no todo ou em parte, muitos anos após sua realização. A História dos Animais e Árvores do Maranhão, de Frei Cristóvão de Lisboa, escrita, presumivelmente, entre 1624 e 1627, foi impressa apenas em 1967. Frei Cristóvão soube, durante seu trabalho de evan-gelização, captar e valorizar informações sobre os habitantes e a natureza maranhenses, cujos limites geográficos eram muito mais amplos que os atuais. O presente trabalho dá a identificação botânica de uma espécie arbórea (Pachira aquatica Aubl., chamada ibomguiva, ibonguiaba) descrita e debuxada na obra, e procura ressaltar detalhes do desenho e a acuidade da caracterização descritiva e dos comentários feitos pelo franciscano portu-guês. A interpretação sonora e a transcrição do nome pelo qual era conhecida a espécie pelos habitantes locais, bem como a citação do modo de tratar e usar como alimento as suas sementes, como feitos por Frei Cristóvão, trazem à tona uma pequena fração do saber sobre a natureza que as populações autóctones detinham antes da chegada dos europeus ao território brasileiro e de como este conhecimento pode ser captado e valorizado.

Year

2002

Creators

Peixoto,Ariane Luna Escudeiro,Alexandra

Aportes al conocimiento de la riqueza florística para la gestion ambiental de la Sierra de Najasa, Camagüey, Cuba

RESUMEN Se relacionan los aspectos más interesantes del recurso florístico de la elevación conocida como Sierra de Najasa en el municipio de Najasa, provincia Camagüey, Cuba. La riqueza total es de 132 géneros y 167 especies pertenecientes a 64 familias botánicas, lo que representa el 2.5% de las plantas vasculares cubanas en el área estudiada. El mapa de vegetación confeccionado muestra las formaciones vegetales y las estaciones de muestreo. El número más alto de especies se encuentra en las estaciones 6, 8 y 11 caracterizadas por dos variantes del bosque semideciduo. Los endémicos cubanos colectados representan el 8.6% respecto al total de especies muestreadas en el área y la estación 7 posee la mayor riqueza de endemismos. La relación florística más estrecha es con la flora neotropical (32.8%), aunque el 22.5% de las especies son afines a la caribeana y el 12.2% a la antillana. El 76.3% de las especies tienen potencialidades como recurso natural aprovechable por el hombre con propósitos diferentes.

Year

2002

Creators

Valdés,Adelaida Barreto Carreras,Everardo Pérez Artiles,Grisel Reyes Salgueiro,Néstor Enríquez Fariñas,Josefa Primelles Bueno,Erick Sedeño

Primeiros estudos citotaxonômicos e distribuição geográfica de Rhynchosia naineckensis Fortunato (Leguminosae) para o estado de Goiás

RESUMO O objetivo deste trabalho foi determinar o número cromossômico e citar nova ocorrência na distribuição geográfica de Rhynchosia naineckensis Fortunato para o estado de Goiás. Foram coletados espécimes em três diferentes populações naturais ocorrentes em fragmentos de floresta decídua, localizados na região nordeste de Goiás, Brasil. A espécie é diplóide com 2n = 2x = 22 cromossomos. Foram observados cromossomos metacêntricos e submetacêntricos e núcleos interfásicos arreticulados. Rhynchosia naineckensis está sendo citada como primeira ocorrência para o estado de Goiás.

Year

2003

Creators

Biondo,Elaine Nascimento,André RosalvoTerra Miotto,Sílvia Teresinha Sfoggia Schifino-Wittmann,Maria Teresa

Pteridófitas ocorrentes em fragmentos de Floresta Serrana no estado de Pernambuco, Brasil

Resumo Foi realizado um levantamento florístico e análise de aspectos ecológicos das pteridófitas ocorrentes no brejo de Serra Negra em Bezerros, estado de Pernambuco, Brasil. Caracterizada como Brejo de Altitude ou Floresta Serrana, a área de estudo apresenta flora diferenciada da vegetação semi-árida que a cerca, por isso, os Brejos de Altitude, em especial a Serra Negra de Bezerros, atualmente estão sofrendo acelerado processo de devastação. Em um período de um ano, foram encontradas 31 táxons específicos, sendo a família Polypodiaceae a mais representativa com 46% dos registros. A espécie Trichomanes angustifrons (Fée) Wess. Boer destaca-se como novo registro para o Nordeste do Brasil. Os aspectos ecológicos que predominaram no brejo de Serra Negra de Bezerros foram o hábito herbáceo, o habitat rupícola, o tipo de ambiente mesófilo, a forma de vida hemicriptófita e os afloramentos rochosos como ambientes preferenciais. O fator condicionante da área ainda possuir certa diversidade específica, mesmo com a ampla restrição da mata nativa é que foram mantidas importantes condições ambientais necessárias para a sobrevivência da pteridoflora, como temperaturas baixas, umidade relativa do ar elevada e garoa noturna e matinal sempre presente.

Year

2003

Creators

Xavier,Sergio Romero da Silva Barros,Iva Carneiro Leão

Anatomia do lenho de três espécies do gênero Simira Aubl. (Rubiaceae) da Floresta Atlântica no estado do Rio de Janeiro

RESUMO A anatomia do lenho das espécies Simira glaziovii (K. Schum.) Steyerm., S. pikia (K. Schum.) Steyerm. e S. rubra (Mart.) Steyerm. (Rubiaceae) é descrita no presente trabalho. Os caracteres anatômicos são discutidos em relação à taxonomia das espécies estudadas, tendo sido observadas como principais diferenças entre os táxons: a presença de células envolventes e o tipo de inclusões inorgânicas nos raios; a freqüência, o diâmetro e o comprimento dos elementos de vaso; a freqüência, a largura e o comprimento dos raios e o comprimento das fibras. A coloração que a madeira adquire após o corte pode ainda ser utilizada como importante subsídio na identificação das espécies.

Year

2003

Creators

Callado,Cátia Henriques da Silva Neto,Sebastião José

A regulamentação dos jardins botânicos brasileiros: ampliando as perspectivas de conservação da biodiversidade

RESUMO As tentativas de reverter o fracasso no desenvolvimento e na gestão do meio ambiente estão ligadas ao êxito das propostas relativas aos conceitos, ainda em construção, de desenvolvimento sustentável e de conservação da biodiversidade. Os jardins botânicos direcionam, hoje, sua atuação para os problemas da conservação, na interface entre a conservação in situ e ex situ, objetivando a preservação da biodiversidade, e buscam uma estratégia comum para implementar políticas e ações para a conservação, ganhando destaque uma estratégia mais voltada para a flora local, aliada a outras formas de contribuição para a sustentabilidade ambiental do planeta. O objetivo deste trabalho é efetuar uma análise crítica da Resolução/CONAMA 266, que estabelece diretrizes para a criação, normatiza o funcionamento, define os objetivos e uma classificação para os jardins botânicos brasileiros. A análise do processo de regulamentação em curso evidencia a necessidade de aperfeiçoar a Resolução 266 - vista e entendida à luz das principais questões ambientais que compõem o momento histórico atual; muito além de mero instrumento normativo, deve ser entendida como um elemento para promover o desenvolvimento dos jardins botânicos, na perspectiva colocada pela necessidade da conservação da diversidade biológica e da promoção do uso sustentável dos recursos naturais.

Year

2003

Creators

Parreiras,Oraida Maria Urbanetto de Souza

Bauhinia ser. Cansenia (Leguminosae: Caesalpinioideae) no Brasil

RESUMO Este trabalho fornece chave para identificação, sinonímia, descrição, distribuição geográfica e habitat, comentários sobre taxonomia para 35 espécies e 4 variedades deBauhinia sect. Pauletia ser. Cansenia, nativas no Brasil. Além disso, o capítulo introdutório oferece um estudo preliminar dos caracteres morfológicos e relação inter-específica dos táxons estudados. O tratamento taxonômico é baseado em mais de 1.200 coleções e também em várias duplicatas destas coleções depositadas em mais de 60 herbários. Os caracteres taxonômicos também foram observados em árvores de 3 espécies cultivadas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Observações de campo foram feitas nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Goiás e no Distrito Federal. Duas novas ocorrências − B. cinnamomea e B. conwayi − são relatadas para o Brasil. Três novas combinações para as variedades de B. ungulata são propostas. Vinte e nove sinônimos taxonômicos (heterotípicos) são aceitos, destes, 25 são apresentados pela primeira vez. A distribuição dos táxons de Bauhinia ser. Cansenia no Brasil foi assinalada em 9 mapas. Dezenove pranchas ilustrativas são apresentadas.

Year

2003

Creators

da Fonseca Vaz,Angela Maria Studart Azevedo Tozzi,A. M. G.

Florística e ecologia das Orchidaceae das restingas do estado do Espírito Santo,

RESUMO Este trabalho teve como objetivo inventariar as Orchidaceae das restingas do estado do Espírito Santo, detectar as formas de vida e proceder a uma análise da similaridade entre as formações vegetais das restingas, através da flora orquidológica. As coletas de material botânico foram feitas ao longo de todo o litoral sendo incluídas as coleções dos herbários CVRD, MBML e VIES. Foram identificados 73 táxons, sendo 71 espécies, dentre estas uma nova para ciência, e dois híbridos naturais. O maior número de espécies foi encontrado em Epidendrum (7) e Pleurothallis (6). Foram encontrados 31 táxons holoepífitos, 28 táxons terrestres, 12 táxons epífitos facultativos e dois táxons hemiepífitos. Das 10 formações vegetais de restinga as Orchidaceae estiveram representadas em oito. A floresta arenosa litorânea apresentou 58 táxons, seguida pela formação aberta de Clusia (31), formação aberta de Ericaceae (20), floresta periodicamente inundada (14), formação póspraia (13), formação Palmae (10), formação brejo herbáceo (3) e formação praial graminóide (2). A maior similaridade florística, utilizando o índice de Sorensen, foi encontrada entre as formações arbustivas fechadas (pós-praia e Palmae) seguidas pelas formações arbustivas abertas (de Ericaceae e de Clusia). Estes dois grupos se ligam, com menor similaridade às formações florestais, enquanto as formações herbáceas são as mais dissimilares.

Year

2004

Creators

Fraga,Claudio Nicoletti de Peixoto,Ariane Luna

Piperaceae do Nordeste brasileiro I: estado do Ceará

RESUMO Este trabalho trata das espécies de Piperaceae representadas no estado do Ceará, Brasil, com interesse assentado no conhecimento taxonômico, como também no seu valor medicinal. O tratamento taxonômico compreende descrições, chaves para identificação dos táxons e distribuição geográfica com base no exame de exsicatas de herbários, incluindo tipos. Comentários sobre utilidades e dados ambientais são atribuídos a algumas espécies. Para o Ceará, segundo o material examinado, são assinalados 4 gêneros, separados principalmente pelo hábito e pela disposição das inflorescências, constantes de 35taxa que se distinguem pelos padrões de nervação foliar, bractéolas florais e frutos. Os indivíduos destes táxons ocorrem nas áreas úmidas das serras de Baturité, Maranguape, Aratanha e Machado; a maioria apresenta distribuição ampla, enquanto que Piper rufipilum Yunck. é espécie endêmica da Chapada do Araripe e Ottonia leptostachia Kunth constituiu-se em uma nova localidade.

Year

2004

Creators

Guimarães,Elsie Franklin Giordano,Luiz Carlos da Silva

A distribuição geográfica da família Rubiaceae Juss. na Flora Brasiliensis de Martius

RESUMO A Flora Brasiliensis, obra idealizada e editada, em sua maior parte por Karl Friederich Philipp von Martius, entre os anos de 1840 e 1906, trata do conjunto de espécies da flora brasileira até então conhecidas. Nessa obra, a família Rubiaceae, representada por 99 gêneros e 1043 espécies, teve o tratamento taxonômico feito por K. Schumann e Mueller Argoviensis. O estudo descritivo da distribuição geográfica, apresentado às páginas 415 a 422 do volume 6, parte 6, foi elaborado apenas por Schumann. A leitura e interpretação do tratamento dado às Rubiaceae, nessa obra, ainda hoje é muito importante e, muitas vezes, imprescindível para estudiosos da flora brasileira, especialmente para aqueles que se dedicam à taxonomia, à florística e à fitogeografia. A dificuldade de leitura do texto descritivo, em latim, sobre a distribuição geográfica deste grupo assim como as muitas alterações sofridas nos nomes genéricos e binômios específicos criam empecilhos à interpretação da visão primorosa de Schumann sobre o conjunto de Rubiaceae da flora brasileira e da contribuição dos táxons desta família nos diferentes biomas brasileiros. Apresenta-se, neste trabalho, a tradução para o português de texto latino elaborado por Schumann sobre a distribuição geográfica das Rubiaceae, acompanhada da atualização dos nomes científicos nele contidos.

Year

2004

Creators

Chiquieri,Abner Maio,Fernando Régis Di Peixoto,Ariane Luna

Sistemática de Vellozia candida (Velloziaceae)

RESUMO São apresentadas a descrição de Vellozia candida J.C.Mikan, ilustrações e análise de sua distribuição geográfica e sistemática, bem como a lectotipificação de um de seus sinônimos.

Heliotropium L. (Boraginaceae - Heliotropioideae) de Pernambuco, Nordeste do Brasil,

RESUMO Foi realizado o estudo taxonômico do gênero Heliotropium L. no estado de Pernambuco, utilizando-se espécimes coletados em campo por um período de 16 meses, além de materiais de empréstimo e/ou doação provenientes de vários herbários nacionais. Verificou-se a ocorrência de sete taxa: H. angiospermum Murray, H. curassavicum L., H. elongatum (Lehm.) I.M. Johnst., H. indicum L., H. polyphyllum Lehm., H. procumbens Mill e H. ternatum. H. curassavicum e H. ternatum Vahl constituem nova referência para o Nordeste e Pernambuco, Brasil, respectivamente. As espécies mais amplamente distribuídas são H. angiospermum, H. elongatum e H. procumbens, ocorrendo desde a zona do litoral até a zona das caatingas.

Year

2004

Creators

Melo,José Iranildo Miranda de Sales,Margareth Ferreira de

Beilschmiedia rigida (Mez) Kosterm. (Lauraceae): diferenciação e desenvolvimento da lâmina foliar

RESUMO Neste trabalho descreve-se o desenvolvimento da lâmina foliar de Beilschmiedia rigida (Mez) Kosterm., desde o surgimento do primórdio foliar no ápice vegetativo até sua completa expansão. São apontadas características como - presença de tricomas apenas nas folhas jovens; ocorrência de projeções parietais e invaginações protoplasmáticas nas paredes anticlinais e periclinais das células epidérmicas; estômatos paracíticos de origem mesoperígena; hipoderme em três estratos na face adaxial e em apenas um na face abaxial da lâmina foliar e células secretoras que surgem nos primeiros estágios de diferenciação da folha assim como idioblastos cristalíferos em grupos.

Year

2004

Creators

Marques,Carlos Alexandre Barros,Cláudia Franca Costa,Cecília Gonçalves

O gênero Phyllanthus L. (Phyllantheae - Euphorbiaceae Juss.) no bioma Caatinga do estado de Pernambuco - Brasil

RESUMO O estudo taxonômico de Phyllanthus L. no bioma Caatinga de Pernambuco foi realizado através da análise morfológica de materiais herborizados e de observações de campo. Constataramse 11 taxa: Phyllanthus acuminatus Vahl., P. amarus Schumach. & Thonn., P. caroliniensis Walt. subsp. caroliniensis., P. claussenii Müll. Arg., P. jacobinensis Müll. Arg., P. klotzschianus Müll. Arg., P. minutulus Müll. Arg., P niruri L., P. heteradenius Müll. Arg., P. stipulatus (Raf.) Webster e P. tenellus Roxb. Os principais caracteres morfológicos utilizados para separação das espécies foram o hábito, o padrão de ramificação, a forma do disco glandular das flores de ambos os sexos, o número e união dos estames e a ornamentação das sementes. A maior parte das espécies apresenta distribuição nas subzonas do agreste e sertão em vegetação de Caatinga. Apenas P. acuminatus Vahl, P. minutulus Müll. Arg. e P. stipulatus (Raf.) Webster foram encontradas exclusivamente na subzona do Agreste, nas florestas Montanas.

Year

2004

Creators

Silva,Marcos José da Sales,Margareth Ferreira de

Variação sazonal de macronutrientes em uma espécie arbórea de cerrado, na Reserva Biológica e Estação Experimental de Mogi-Guaçu, estado de São Paulo, Brasil

RESUMO O presente estudo visou avaliar mensalmente a compartimentação mineral em Ouratea spectabilis (Mart.) Engl. nas diferentes fenofases, no período de agosto de 1995 a julho de 1996, em área de cerrado, na Reserva Biológica e Estação Experimental de Mogi-Guaçu, localizado no município de Mogi-Guaçu, em São Paulo. Foram analisados todos os macronutrientes (N, P, K, Ca, Mg e S) nos compartimentos folha, em 3 estádios de desenvolvimento foliar, ramo, flor e fruto. As observações fenológicas foram realizadas mensalmente em 20 espécimens distribuídos na área de cerrado, sendo consideradas as fenofases brotação, queda foliar, floração e frutificação. A distribuição dos elementos minerais nos compartimentos e nos diferentes estádios de desenvolvimento foliar revelou diferenças significativas e padrões sazonais bem definidos, permitindo identificar a importância de cada nutriente nas diferentes fases do desenvolvimento da planta, e sugerir sobre a capacidade de retranslocação destes elementos e manutenção do balanço nutricional. Face a essas análises, a espécie O. spectabilis comporta-se de maneira altamente eficiente na utilização de água e nutrientes, refletindo padrões fenológico e de distribuição que garantem a sua sobrevivência em ambientes de cerrado.

Year

2004

Creators

Leitão,Adriana Carrhá Silva,Osvaldo Aulino da

A família Orchidaceae na Reserva Biológica da Represa do Grama - Descoberto, Minas Gerais, Brasil

RESUMO O estudo apresentado trata do levantamento das espécies de Orchidaceae ocorrentes na Reserva Biológica da Represa do Grama, localizada na Zona da Mata de Minas Gerais, no município de Descoberto. A Reserva abrange uma área de 263,8 hectares de floresta estacional semidecidual. A família Orchidaceae está representada na área por 23 gêneros e 28 espécies. Neste trabalho são fornecidas chave de identificação, descrições, ilustrações, distribuição geográfica e comentários para as espécies.

Year

2004

Creators

Menini Neto,Luiz Almeida,Valquiria Rezende Forzza,Rafaela Campostrini

ALSTROEMERIACEAE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESUMO Neste trabalho são apresentadas as espécies de Alstroemeriaceae do estado do Rio de Janeiro, Brasil. A família e representada na área pelo gênero Alstroemeria, incluindo cinco espécies: A. caryophyllaea Jacq., A. cunha Vell., A. foliosa Mart. ex Schult. & Schult. f., A. isabelleana Herb., A. radula Dusén e pelo gênero Bomarea incluindo apenas a especie B. edulis (Tussac) Herb. Novas sinonimizações, chaves de identificação, descriçãoao das espécies, ilustrações e comentários são aqui apresentados.

PASSIFLORA L. SUBGÊNERO DECALOBA (DC.) RCHB. (PASSIFLORACEAE) NA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL

RESUMO Neste trabalho, aborda-se o estudo taxonomico de Passiflora subg. Decaloba na Região Sudeste do Brasil, sendo reconhecidas oito espécies - P capsularis L., P misera Kunth, P morifolia Mast., P organensis Gardn., P pohlii Mast., P suberosa L., P tricuspis Mast. e P truncata Regel. Apresenta-se uma chave para seções e espécies do subgênero no Sudeste do Brasil, além de descrições, citação dos tipos nomenclaturais e do material examinado, nomes vulgares, dados fenológicos e do habitat, distribuição geografica, etimologia e comentários taxonômicos, assim como ilustrações e mapas.

Year

2004

Creators

Milward-de-Azevedo,Michaele Alvim Baumgratz,José Fernando A.