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PTERIDACEAE DA RESERVA ECOLÓGICA DE MACAÉ DE CIMA, NOVA FRIBURGO, RIO DE JANEIRO, BRASIL
RESUMO No presente trabalho é apresentado o tratamento taxonômico da família Pteridaceae na Reserva Ecológica de Macaé de Cima. A família está representada na área por três espécies e dois gêneros: Doryopteris acutiloba (Prantl) Diels, Pteris decurrens C. Presl e P. deflexa Link.Para cada espécie sãoapresentados comentários, descrições, distribuição geográfica e ilustrações, bem como uma chave para identificação das mesmas.
2005
Prado,Jefferson
ANÁLISE FLORÍSTICA DO COMPARTIMENTO ARBÓREO DE ÁREAS DE FLORESTA ATLÂNTICA SENSU LATO NA REGIÃO DAS BACIAS DO LESTE (BAHIA, MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO E RIO DE JANEIRO)
RESUMO As variações da composição da flora arbórea de 60 áreas de floresta atlântica sensu lato (ombrófilas e semidecíduas) da região das Bacias do Leste, englobando o sul da Bahia, o Espírito Santo, o leste de Minas Gerais e o norte do Rio de Janeiro, são analisadas em articulação com variáveis geográficas e climáticas. Listagens de espécies são fornecidas para 16 destas áreas. Análises multivariadas detectaram três padrões de distribuição. (a) A diferenciação entre florestas ombrófilase semidecíduas na regiãoé floristicamente consistente efortemente correlacionada com a sazonalidade do regime de chuvas. A flora arbórea das florestas semidecíduas é, em boa medida, um subconjunto da flora das florestas ombrófilas, extraindo espécies provavelmente mais eficientes em resistir e competir sob condições de seca mais prolongada. (b) Existe uma diferenciação latitudinal tanto para florestas ombrófilas e semidecíduas, que aproxima floristicamente as duas fisionomias dentro da mesma faixa latitudinal. Este padrão é causado provavelmente por variações térmicas e pluviométricas. As florestas ombrófilas são interrompidas no norte fluminense devido ao clima estacional, mas isto não tem como contrapartida uma disjunção na distribuição de espécies arbóreas. (c) As variações da altitude estão fortemente correlacionadas com a diferenciação interna tanto das florestas ombrófilas como das semidecíduas.
2005
Oliveira-Filho,Ary T. Tameirão-Neto,Eugênio Carvalho,Warley A. C. Werneck,Márcio Brina,Ana Elisa Vidal,Cristiano V. Rezende,Saulo C. Pereira,José Aldo Alves
DIVERSIDADE MORFOLÓGICA E FORMAS DE VIDA DAS ARACEAE NO PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, MINAS GERAIS
RESUMO Araceae apresenta uma morfologia e terminologia específica, que pode ocasionar dificuldades de compreensão. Além disso, alguns conceitos adotados para a família, são discordantes entre os especialistas do grupo. Para uma compreensão profunda de tal morfologia, bibliografias especializadas são requeridas. No levantamento das espécies de Araceae do Parque Estadual do Rio Doce (PERD) foram encontradas 13 espécies e oito gêneros (incluindo aqueles com maior diversidade específica, Anthurium e Philodendron). Uma síntese ilustrada da morfologia e terminologia dos gêneros e espécies do PERD é apresentada, visando uma melhor compreensão da morfologia e taxonomia geral da família.
2005
Temponi,Lívia Godinho Garcia,Flávia Cristina Pinto Sakuragui,Cássia Mônica Carvalho-Okano,Rita Maria de
NOMENCLATURE AND TAXONOMY OF PHILODENDRON HASTATUM K. KOCH & SELLO
ABSTRACT The paper discusses the taxonomy and nomenclature of Philodendron hastatum and aims to clarify the status of some other names often used to name specimens with similar leaf blade shape. A description of the species is provided based on the study of herbarium material.
2005
Sakuragui,Cássia M. Mayo,Simon J.
DUAS ESPÉCIES NOVAS DE ANTHURIUM SCHOTT (ARACEAE) PARA O BRASIL
RESUMO Duas espécies novas do gênero Anthurium são descritas para a Serra da Bocaina, estado de São Paulo, ambas até o momento endêmicas dessa localidade. Anthurium bocainensis pertence à seção Urospadix, subseção Flavescentiviridia e A. ameliae pertence à seção Urospadix subseção Obscureviridia, e ocorrem no bioma floresta atlântica. São fornecidas diagnoses, ilustrações e comentários à cerca da distribuição geográfica, ecologia, registro de floração, frutificação e conservação para cada espécie.
2005
Coelho,Marcus A. Nadruz Catharino,Eduardo Luís Martins
NEW SPECIES OF ANTHURIUM (ARACEAE) FROM THE PERUVIAN ANDES
ABSTRACT Five new species of Anthurium are described from Peru: Anthurium chinchipense Croat & Lingán, A. hamiltonii Croat & Lingán, A. magdae Croat & Lingán, A. mariae Croat & Lingán, and A. piurensis Croat & Lingán.
2005
Lingán,Jorge Croat,Thomas B.
A REVISION OF SCAPHISPATHA (ARACEAE - CALADIEAE) INCLUDING A NEW SPECIES
ABSTRACT The formerly considered monospecific genus Scaphispatha (Araceae - Caladieae) is here revised. Scaphispatha robusta E.G.Gonç, a second species for the genus is newly described from the Cerrado Biome and the transition Cerrado-Amazonia. It differs from S. gracilis Brongn. ex Schott by the much more robust petioles and leaves, primary lateral veins drying clearer than the lamina, lateral secondary veins conspicously more prominent than tertiary veins and for the female spadix with 11-15 rows of flowers visible in side view. A key to separate both species is provided, as well as ink illustrations and general remarks on the genus.
2005
Gonçalves,Eduardo Gomes
ARACEAE DA RESERVA BIOLÓGICA DA REPRESA DO GRAMA - DESCOBERTO, MINAS GERAIS, BRASIL
RESUMO A Reserva está localizada em Descoberto, Minas Gerais, e abrange uma área de 263,8 hectares de floresta estacional semidecídua. Foram encontrados oito gêneros e 17 espécies que ocorrem preferencialmente próximas dos cursos d’água e raramente formam grandes populações, sendo que a maioria das espécies está representada na área por poucos indivíduos. São apresentadas chave de identificação das espécies, descrições, informações sobre floração e frutificação, distribuição geográfica e habitat, e ilustrações.
2005
Almeida,Valquíria Rezende Temponi,Lívia Godinho Forzza,Rafaela Campostrini
COMPARATIVE ANATOMY OF LEAF AND SPATHE OF NINE SPECIES OF ANTHURIUM (SECTION UROSPADIX; SUBSECTION FLAVESCENTIVIRIDIA) (ARACEAE) AND THEIR DIAGNOSTIC POTENTIAL FOR TAXONOMY
ABSTRACT Leaf and spathe anatomy of seven species and two varieties of the genus Anthurium (section Urospadix; subsection Flavescentiviridia) were analyzed. Plant material was collected from different locations in Brazil and cultivated under identical glasshouse conditions in the Rio de Janeiro Botanical Garden. Our attempt is to evaluate the diagnostic potential of leaf and spathe anatomy for taxonomic purposes. Leaves presented smooth cuticle, polygonal epidermal cells randomly disposed in paradermal view, periclinal divisions of epidermal cells in transversal view, non-raised stomata, collenchyma, sclerenchymatic bundle sheaths and raphides in the mesophyll. The spathe presented cuticular striations; rectangular and elongated cells in parallel rows; raised stomata; absence of collenchyma, raphides and sclerenchymatic bundle sheaths and presence of sclerenchyma as fibre caps under phloem. Clustering analysis based on leaf and spathe anatomical characters, revealed that the spathe can give a better resolution for segregation of species groups.
2005
Mantovani,André Pereira,Thaís Estefani
MICROMORFOLOGÍA Y ESTRUCTURA DE LA CUBIERTA SEMINAL DE CUATRO ESPECIES DE LOASACEAE JUSS. PRESENTES EN VENEZUELA
RESUMO Se realizó el estudio morfológico y anatómico de la cubierta seminal de Gronovia scandens L., Klaprothia fasciculata (Presl.) Poston & Nowicke, Mentzelia aspera L., y Nasa triphylla (Juss.) Weigend, especies pertenecientes a las Loasaceae. El estudio se llevó a cabo con material fresco y material herborizado. La caracterizaciónmorfológica serealizó bajomicroscopio estereoscópico. Para lacaracterizaciónhistológica se obtuvieron secciones transversales y longitudinales las cuales se estudiaron bajo un microscopio óptico, adicionalmente serealizaronpruebas histoquímicas. Lamicromorfología de lacubiertaseminal fue observada en un microscopio electrónico de barrido. Se encontraron diferencias en el tamaño, color y forma de las semillas, con las cuales se puede diferenciar fácilmente cada una de las especies. En el estudio de la microescultura y la anatomía de la cubierta seminal también se observaron rasgos específicos que permiten diferenciar las cuatro especies estudiadas.
2006
Noguera,Eliana Jáuregui,Damelis
TRICOMAS FOLIARES EM ESPÉCIES DE CROTON L. (CROTONOIDEAE-EUPHORBIACEAE)
RESUMO Foi realizado estudo da ultraestrutura dos tricomas foliares em microscopia eletrônica de varredura (MEV) de 14 espécies do gênero Croton, ocorrentes nas zonas do litoral e da mata do estado de Pernambuco, com o objetivo de caracterizar morfologicamente cada tipo de tricoma, como recurso auxiliar na delimitação das espécies e ainda relacionálos à classificação de Webster. Foram registrados 10 tipos de tricomas: estrelado-porrecto, fasciculado, multiradiado, dendrítico, lepidoto, estrelado-rotado, estrelado-lepidoto, dentado-lepidoto, simples e glandular. Na maioria dos taxa predomina o tipo estrelado-porrecto; apenas uma espécie apresenta tricoma do tipo lepidoto. Foi possível observar que cada espécie mantém constante seu (s) tipo(s) de tricoma revelando, portanto, ser o tipo de tricoma um caráter relevante na taxonomia do gênero.
2006
Lucena,Maria de Fátima de Araújo Sales,Margareth Ferreira de
LEGUMINOSAE ARBUSTIVAS E ARBÓREAS DA FLORESTA ATLÂNTICA DO PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA, SUDESTE DO BRASIL: PADRÕES DE DISTRIBUIÇÃO
RESUMO O PARNA Itatiaia, com 28.155,97ha, localiza-se na Serra da Mantiqueira (22º15’e 22º30’S; 44º30’e 44º45’W) no sudeste do Brasil. Leguminosae é uma das famílias com maior riqueza de espécies na composição e estrutura florestal. O principal objetivo deste trabalho foi identificar os padrões de distribuição geográfica de 48 táxons de Leguminosae presentes na formação florestal do PARNA. A metodologia abrangeu pesquisas bibliográficas, excursões e consultas a herbários. Foram reconhecidos os seguintes padrões de distribuição: Neotropical (9 spp.), América do Sul ocidental-centro-oriental (5 spp.), Brasil centro-oriental (10 spp.), Brasil atlântico nordeste-sudeste-sul (9 spp.), Brasil atlântico sudeste-sul (5 spp.) e Brasil atlântico sudeste (10 spp.). Os táxons, quanto à preferência de hábitat, foram tratados também como elementos florísticos generalistas (56%) e como especialistas do Domínio Atlântico (44%). No domínio atlântico as espécies predominam nas floresta ombrófila densa e floresta estacional semidecidual, ocorrendo também nas restingas e na floresta de araucária.
2006
Morim,Marli Pires
FLORA DA PARAÍBA, BRASIL: TILLANDSIA L. (BROMELIACEAE)
RESUMO Este trabalho teve como objetivo elaborar o tratamento taxonômico das espécies do gênero Tillandsia L. ocorrentes no estado da Paraíba, como parte do projeto “Flora Paraibana”. Foram identificadas 12 espécies para o estado: T. bulbosa Hook.f., T. gardneri Lindl., T. juncea (Ruíz & Pav.) Poir., T. kegeliana Mez, T. loliacea Schult. & Schult. f., T. polystachia L., T. recurvata (L.) L., T. streptocarpa Baker, T. stricta Sol. ex Sims., T. tenuifolia var. surinamensis (Mez) L.B.Sm., T. usneoides (L.) L. e T. globosa Wawra var. globosa. Dentre estas, T. bulbosa e T. stricta são referidas pela primeira vez para o estado.
2006
Pontes,Ricardo Ambrósio Soares de Agra,Maria de Fátima
FRAGMENTAÇÃO FLORESTAL: BREVES CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS SOBRE EFEITOS DE BORDA
RESUMO Os processos de fragmentação florestal atualmente representamum dosprincipais riscosà biodiversidade global. Nestecontextoé muito importante considerar estas transformações artificiais aos ecossistemas para compreender até mesmo padrões e processos ecológicos naturais. Neste trabalho é feita uma sinopse teórica que inclui o desenvolvimento de alguns conceitos e uma análise crítica destes, mesmo na falta de um arcabouço conceitual unificador sobre fragmentação florestal. São discutidas algumas teorias sobre limites (i.e. bordas) artificiais e naturais tendo como base as transformações ao longo do tempo e fenômenos de retração e expansão de comunidades e ecossistemas. A sucessão ecológica é brevemente discutida com base nas visões conflitantes de Clements e Gleason e mencionamos a importância de rever alguns modelos sucessionais para elucidar determinados aspectos dos efeitos de borda. Sobre estes efeitos é esboçada uma breve perspectiva histórica da evolução de alguns conceitos. Embora exista um conhecimento relativamentevastosobreosefeitosdebordaafirmamosqueaindaémuito difícilprever atrajetóriados processos ecológicos em bordas assim como as transformações nos padrões naturais.
2006
Rodrigues,Pablo José Francisco Pena Nascimento,Marcelo Trindade
SOLANACEAE NA RESERVA RIO DAS PEDRAS, MANGARATIBA, RIO DE JANEIRO - BRASIL
RESUMO Foi realizado um estudo morfológico e taxonômico da família Solanaceae na Reserva Rio das Pedras, município de Mangaratiba situado no estado do Rio de Janeiro, um fragmento de floresta pluvial atlântica. Registrou-se 33 espécies pertencentes a 10 gêneros, sendo Solanum o mais expressivo. Solanum hirtellum e Solanum pensile são documentados pela primeira vez nesse estado. São apresentadas chave de identificação, descrições e ilustrações.
2006
Carvalho,Lúcia d’Ávila Freire de Bovini,Massimo G.
DUAS ESPÉCIES NOVAS DE POLYGALA L. (POLYGALACEAE ) PARA O BRASIL
RESUMO O subgênero Polygala é caracterizado dentro do gênero Polygala, sobretudo, por apresentar flores com carena cristada. Ele engloba, em território brasileiro 88 espécies e 22 variedades. Polygala abreui Marques & J.Pastore e Polygala ceciliana Marques & J.Pastore pertencem a este subgênero e aqui são descritas, ilustradas e dadas suas distribuições geográficas: para a primeira, o Distrito Federal e os estados de Goiás e Minas Gerais e, para segunda, o Distrito Federal e Goiás.
2006
Marques,Maria do Carmo Mendes Pastore,José Floriano Barêa
COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DO COMPARTIMENTO ARBÓREO DE CINCO REMANESCENTES FLORESTAIS DO MACIÇO DO ITATIAIA, MINAS GERAIS E RIO DE JANEIRO
RESUMO Para composição de uma lista florística de espécies arbóreas das florestas do maciço do Itatiaia, foram inventariadas cinco áreas de floresta ombrófila montana situadas nos municípios de Bocaina de Minas e Aiuruoca, sul de Minas Gerais, e Resende, sudoeste do Rio de Janeiro. A listagem de espécies resultou de levantamentos florísticos conduzidos nas cinco áreas, acompanhados de levantamentos fitossociológicos em três delas. Para avaliar as variações da composição da flora arbórea da região, foi extraída da literatura uma listagem adicional de espécies arbóreas de uma área de floresta na vertente sul do maciço Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro. A amostra da flora arbórea das cinco áreas estudadas no Maciço do Itatiaia foi composta por 450 espécies, 191 gêneros e 69 famílias, muitas das quais são reconhecidas como características de floresta de altitude (acimade 1.000m). A flora arbórea das florestas do maciço do Itatiaia pode ser considerada como uma das de maior riqueza florística entre áreas de floresta ombrófila montana no sudeste do Brasil. Uma análise de agrupamento identificou padrões de similaridade florística entre as seis áreas de floresta do maciço do Itatiaia, que foram relacionados à ocorrência de inundações periódicas em uma área de floresta ombrófila aluvial, a diferenças em exposição de vertentes (continental ou oceânica) entre as cinco áreas de floresta ombrófila montana e ao estágio sucessional inicial de uma destas. A maior similaridade foi obtida entre duas áreas maduras de floresta ombrófila montana da vertente continental, em Aiuruoca e Bocaina de Minas, apesar da distância geográfica entre as duas ser consideravelmente maior que as distâncias entre a última delas e as áreas de floresta aluvial e em estágio inicial de sucessão.
2006
Pereira,Israel Marinho Oliveira-Filho,Ary Teixeira de Botelho,Soraya Alvarenga Carvalho,Warley Augusto Caldas Fontes,Marco Aurélio Leite Schiavini,Ivan Silva,Alexandre Francisco da
NOVIDADES TAXONÔMICAS EM ESPÉCIES BRASILEIRAS DE CROTALARIA SECT. CALYCINAE WIGHT &ARN. (LEGUMINOSAE-PAPILIONOIDEAE)
RESUMO São propostas as sinonimizações de quatro espécies e de duas variedades: Crotalaria brasiliensis Windler & S.G. Skinner em Crotalaria grandiflora Benth., Crotalaria barretoensis Windler & S.G.Skinner em Crotalaria martiana Benth.subsp. martiana, Crotalaria hatschbachii Windler& S.G.Skinner, Crotalaria hatschbachii var. sericea Windler & S.G.Skinner, Crotalaria bellii Windler & S.G. Skinner e Crotalaria flavicoma var. major Micheli em Crotalaria martiana subsp. mohlenbrockii (Windler & S.G.Skinner) Planchuelo. Também são propostos a transferência de C. paraguariensis da sinonímia de C. martiana subsp. martiana para C. martiana subsp. mohlenbrockii e o restabelecimento de C. subdecurrens Mart. ex Benth. à categoria específica.
2006
Flores,Andréia Silva Filliettaz,Andrea Martinelli Tozzi,Ana Maria Goulart de Azevedo
ACACIA GLOBOSA E ACACIA LIMAE, DUAS NOVAS ESPÉCIES DE LEGUMINOSAE-MIMOSOIDEAE PARA O BRASIL
RESUMO Acacia globosa e A. limae são descritas e ilustradas. Acacia globosa é semelhante à A. riparia, da qual difere pelo número de pares de folíolos 5-7, pelo pecíolo, ráquis foliar e foliólulos seríceos. Acacia limae também é próxima de A. riparia, diferindo pelas glândulas do pecíolo estipitadas e clavadas. Acacia globosa é endêmica no estado da Bahia e Acacia limae é encontrada nos estados da Bahia, Pernambuco e Minas Gerais.
2006
Bocage,Ana Luiza Du Miotto,Silvia Teresinha Sfoggia
ANNONACEAE DA RESERVA BIOLÓGICA DA REPRESA DO GRAMA, DESCOBERTO, MINAS GERAIS, BRASIL, COM UMA NOVA ESPÉCIE, UNONOPSIS BAUXITAE
RESUMO São apresentadas as espécies de Annonaceae da Reserva Biológica da Represa do Grama. A Reserva está localizada em Descoberto, Minas Gerais, e abrange uma área de 263,8 hectares de floresta estacional semidecidual. São encontrados cinco gêneros e sete espécies: Annona cacans, Guatteria nigrescens, G. sellowiana, Rollinia dolabripetala, Unonopsis bauxitae, Xylopia brasiliensis, X. sericea e a nova espécie Unonopsis bauxitae, aqui descrita. São apresentadas chave de identificação das espécies, descrições, ilustrações, e informações sobre floração, frutificação, distribuição geográfica e hábitats.
2006
Lobão,Adriana Quintella Forzza,Rafaela Campostrini Mello-Silva,Renato de