RCAAP Repository
Notas sobre la navegación del Rio Duero, 1820-1880
<p>Mi intervención se dedicará a exponer los orígenes de la navegabilidad del Duero recogiendo informaciones muy dispersas que permitan hilvanar un relato, necesariamente descriptivo como corresponde a una primera aproximación. Antes, haré una introducción que permita situar la evolución en el uso de los recursos del agua, comprobando una vez más que no existe cultura fuera de la historia.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Ricardo Robledo
Regiones y ciudades en la construcción de la Unión Europea
<p>Soplan nuevos vientos de cambio en la vieja Europa desde hace medio siglo (1957) con la novedosa propuesta, por ambiciosa y por el método empleado (uniones voluntarias), de unir a todo el continente europeo en una supernación, la Unión Europea.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Celso Almuiña Fernández
População e Sociedade n.º 13
<p>Este número da revista <em>População e Sociedade</em> reúne os trabalhos apresentados no III Encontro "Relações Portugal-Espanha", intitulado <em>O Vale do Douro no Âmbito das Regiões Europeias,</em> perseverando na intenção do CEPESE em contribuir para a reflexão sobre as múltiplas facetas da realidade peninsular na época contemporânea. Especialíssimo nos seus contornos e contrastes, o Vale do Douro constitui um território comum aos dois países ibéricos que busca a consolidação de uma identidade nos moldes atuais do desenvolvimento, da preservação da memória, da cooperação transfronteiriça.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Celso Almuiña Fernández Artur Cristóvão Fernando Molinero Hernando Fernando de Sousa Gaspar Martins Pereira José Alves Ribeiro José Amado Mendes Juvenal Silva Peneda Luis Afonso Hortelano Mínguez Maria da Conceição Meireles Pereira Maria da Graça Martins Natália Fauvrelle Ricardo Robledo Robert Manners Moura Teresa Soeiro
Eurico Figueiredo o universitário e o político
<p>Eurico Figueiredo é um trasmontano rijo e agreste, apegado à terra, como imaginamos serem todos os naturais de Trás-os-Montes, e que têm em Miguel Torga (que ele bem conheceu e que não escondia a sua preferência por Eurico para líder do PS) o seu representante máximo. É um cidadão que, desde muito jovem, tomou posição sobre os problemas mais agudos da sociedade portuguesa. É um professor universitário de relevo nacional e internacional, que soube conquistar o reconhecimento da comunidade científica, sem que, por tal, algum dia tivesse esgotado a sua energia, o seu entusiasmo e o seu saber em tal profissão. É um médico psiquiatra, atento à voz dos doentes e às vozes do mundo. É um político que se empenhou e empenha, com ardor, nos combates em que acredita, mesmo quando os sente perdidos. Enfim, é um agricultor que tem procurado dar ao Alto Douro o melhor do seu conhecimento e do seu saber.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Fernando de Sousa
Eurico Figueiredo: um psicanalista de interfaces
<p>Mas, em primeiro lugar, Psicanálise e Literatura: em que perspectiva, porém? – há lugar para perguntar. É que entre estes dois territórios, as relações são múltiplas e obedecem a lógicas plurais. Aquela que de imediato vem ao espírito é certamente a menos interessante, tanto para a Psicanálise como para a Literatura: a perspectiva da Psicanálise dita “aplicada”, em sentido estrito, conduz a um olhar já constituído ou em construção – o olhar analítico – a incidir sobre uma produção cultural que lhe é alheia, procurando aí desvendar enigmas, sem que esses enigmas se repercutam sobre a própria territorialidade psicanalítica.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Frederico Pereira
A saída de casa: a separação da família na pós-adolescência
<p>O tema escolhido para a lição de síntese tem vindo a conhecer nas últimas duas décadas grande expansão e interesse por parte de clínicos e investigadores de diversos campos científicos. Com efeito, a saída de casa dos jovens adultos assinala um período de transição no ciclo vital, com problemática psicológica específica, envolvendo pais e filhos em novas tarefas de desenvolvimento, necessárias à prossecução do processo de separação/emancipação.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Manuela Fleming
A administração Bush e a democratização no Médio Oriente
<p>Nos meses que antecederam a guerra no Iraque, a Administração Bush relançou o debate sobre a importância da democracia no Médio Oriente e sobre o papel dos Estados Unidos na sua promoção. Ao debate juntaram-se alguns dos principais jornais, editorialistas e analistas políticos abraçando a visão optimista de uma nova missão dos EUA: a de levar a democracia ao mundo árabe. O debate conheceu notáveis desenvolvimentos, com os partidários a propor de forma entusiasta aquela missão e os opositores a fazerem notar os percalços no caminho.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Maria do Céu Pinto
A Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro (1756-1978)
<p>Em 1756, no âmbito da política pombalina de fomento económico e reorganização comercial do país, de inspiração mercantilista, assente na formação de várias companhias monopolistas e privilegiadas, foi criada a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, destinada a garantir e promover, de forma articulada, a produção e comercialização dos vinhos do Alto Douro e a limitar o predomínio e mesmo o controle desta actividade económica pelos ingleses.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Fernando de Sousa
As Memórias Paroquiais de 1758 – uma microfonte para a macro-história do vinho do Douro
<p>Quando se nos coloca a questão da inventariação das fontes para o estudo da História do Vinho e, neste caso, do vinho do Douro e do vinho do Porto a nossa ideia dirige-se naturalmente para os grandes Arquivos e para as colecções específicas que eles guardam. Ou para Arquivos especializados como será o caso do Arquivo da Real Companhia e dos Arquivos privados das quintas e empresas vinícolas.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Francisco Ribeiro da Silva
Francisco de Holanda; Propuestas para la defensa de Portugal en el s. XVI
<p>El 4 de agosto de 1578 moría en el transcurso de la desafortunada campaña de Alcazarquivir, el joven rey portugués Don Sebastián (1554-1578). El suceso, tristemente llorado en el reino, advertía ante la falta de sucesión del malogrado monarca, el inicio de una irreversible crisis dinástica.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
María Concepción Porras Gil
As relações económicas entre Portugal e Espanha (1756-1759). O movimento dos Portos Secos de Castelo de Vide e Campo Maior
<p>Começamos por referir que este trabalho se insere num projecto de estudo mais vasto, onde pretendemos estudar os Portos Secos (alfândegas terrestres) de Portugal entre 1756 e 1820. Queremos, por isso, assinalar que os limites cronológicos deste trabalho estão dependentes das datas dos livros de registo do Donativo destas alfândegas, existentes no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.</p>
Portugal e Espanha – estados liberais: singularidades e afinidades
<p>A reinstauração do liberalismo em Portugal pelas forças proto-partidárias da “oposição constitucional”, em 1834, é marcada, desde logo, por conflitos que denunciam clivagens políticas e socio-económicas e diversas opções constitucionais. Para os vencedores da guerra civil (1832-1834), que se travara entre os partidários de D. Miguel (absolutistas) e os fiéis colaboradores de seu irmão D. Pedro I (liberais), urgia reimplantar o sistema liberal.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Maria Manuela Tavares Ribeiro
População e Sociedade n.º 4
<table> <tbody> <tr> <td> <p>O presente número integra os trabalhos apresentados no IV Encontro "População Portuguesa. História e Prospectiva", organizado pelo CEPESE em 1998, bem como outros trabalhos de investigação e transcrição de fontes históricas, apresentando temas como emigração e desenraizamento, género e família no Brasil, a beira interior no contexto da fronteira luso-espanhola, a Patuleia e a Junta do Porto, êxodo rural e desertificação humana e dinâmica demográfica em áreas de Montanha.</p> </td> </tr> </tbody> </table>
2022-11-18T13:08:49Z
Ângelo Vítor Patrício António Monteiro dos Santos † Artur Boavida Madeira † Artur Villares Eni de Mesquita Samara Esmeralda Correia Fantina Tedim Pedrosa Fernando de Sousa Geralda dos Santos Helena Dias de Lima Jorge Carvalho Arroteia José Damião Rodrigues José Jobson Arruda Maria Antonieta Cruz Adelina Piloto Maria Arminda Arruda Maria Augusta Azeredo Maria Elvira Castanheira Maria Fernandes Carneiro Maria da Graça Martins Maria João Guardado Moreira Paulo Lopes Matos Sérgio Veludo Coelho Teresa Rodrigues Virgílio Tavares Jorge Fernandes Alves
A evolução urbana em Portugal no último século (1890-1991)
<p>Ao iniciar-se o século XX Portugal era mais um país de vilas e aldeias do que cidades e menos ainda de grandes cidades, o que denuncia um claro desfasamento no contexto europeu. Escasseavam os centros urbanos de média dimensão e só um décimo da população vivia em núcleos com funções urbanas, apesar do arranque verificado na segunda metade de Oitocentos. Este facto resulta de várias condicionantes de foro político-administrativo e sobretudo económico, que entravaram o desejável e possível processo de evolução da frágil rede urbana nacional.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Teresa Rodrigues Maria Luís Rocha Pinto
Influênciados óbitos provocados por tumores e doenças vasculares na esperança de vida: que custos?
<p>A pesquisa demográfica coroada pelo presente relatório de investigação tem como objectivos principais mostrar que há custos sociais (para além de outros custos dificilmente contabilizáveis) implicados nas mortalidades provocadas por doenças cujas causas são susceptíveis de ser, em boa medida, erradicadas da sociedade. Estes custos sociais medem-se pelo efeito regista do nas esperanças de vida das populações quando se descontam as mortes provocadas pelas doenças em análise na mortalidade geral observada.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Ernesto V. S. Figueiredo J M. Sá Cunha Machado
Fazer e desfazer um preconceito: o da mortalidade «excepcional» de Aveiro no séc. XVIII
<p>As mudanças no volume e distribuição da população eram sentidas, ao longo do século XVIII, como factores condicionadores quer da oferta (produção agrícola e rendas) quer da formação de um mercado consumidor, inserindo-se numa reflexão geral sobre a sociedade. O seu equilíbrio era essencial para uma boa circulação de pessoas e bens num Estado em construção, percepção que se agudiza na 2.ª metade do século XVIII graças ao importante fenómeno político que foi o pombalismo, enfatizador da interdependência entre o progresso agrícola e as condições de comercialização</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Inês Rodrigues
A diversidade de comportamentos demográficos no Portugal de Antigo Regime
<p>Os resulta dos que vamos alcançando pela micro-análise aplicada sobre as informações organizadas dos registos de baptizados, casamentos e óbitos, para o nosso pequeno país, evidenciam a diversidade de comportamentos e apontam para as vantagens de alargamento do campo de observação tanto espacial como temporalmente.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Maria Norberta Amorim
As crises de mortalidade no concelho de Noudar-Barrancos, no século XVIII
<p>O presente trabalho insere-se num projecto de âmbito mais vasto que é o estudo da população alentejana durante o "Antigo Regime demográfico". Por isso, nesta comunicação pretende estudar-se a mortalidade no concelho de Noudar-Barrancos durante o século XVIII. Escolhemos este período porque dispomos de fontes paroquiais sem lacunas cronológicas significativas.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
João Cosme
Janela sobre a família lisboeta
<p>O estudo do quotidiano feminino, no concernente ao uso do tempo e à utilização do espaço, ou dos espaços. Tem vindo a ser feito por meio de registos diários, de entrevistas, de questionários dirigidos às mulheres (HARVEY 1994). Alguns autores têm enriquecido o acervo sobre esta problemática contrapondo a visão masculina da gestão do tempo e da utilização do espaço pelas mulheres, suas consortes ou não, procurando indicadores que permitam avaliar as desigualdades existentes entre os dois sexos e analisar a evolução das mentalidades (AMÂNCIO 1994).</p>
2022-11-18T13:08:49Z
Isabel Maria Madalena
A escola prática comercial Raul Dória (1902-1921)
<p>Começar este texto impõe que se pontualizem os limites em que é produzido. No presente momento do processo de análise da Escola Prática Comercial Raul Dória o projecto configura-se demasiado incerto, mas tem já algumas ancoragens que se inscrevem num conjunto de reflexões prévias que pré-configuram o objecto que se quer estudar. Emergência, portanto, de um território específico – espaço/tempo(s) – onde as pistas (no sentido que lhe atribui Cario Ginzburg) são, potencialmente, hipóteses, ainda que situadas num primeiro nível da investigação, ou seja a leitura das fontes primárias, e de algumas secundárias.</p>
2022-11-18T13:08:49Z
José António Rocamora