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SOBRE ASPIDOSPERMA LONGIPETIOLATUM KUHLMANN (APOCYNACEAE)

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2022-12-06T13:14:02Z

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DUARTE,APPARICIO PEREIRA

PLANTAE CENTROBRASILIENSES MINUS COGNITAE SEU NOVAE

SUMMARY A very small population of the dwarf palm Astrocaryum kewense B. Rodr. was found beside the road that passes near the town João Pinheiro, in Minas Gerais. The plant was collected only twice formerly, but at least Burret's specimen is lost. As it is extremely rare and threatened of extinction, a new description was made with full details, and a complete dried specimen was secured. As Species new to science were described Cyclolobium nutans, with small pods and acuminate, hairy leaves, along with Pouteria undulatifolia which possesses leaves wavy at margins, bullate in upper surface, and caudate-falcate at apex. Cordia glabrata was redescribed based on a specimen from cerrado. Peschiera affinis var. campestris, restudied, proved ta deserve specific status under the name of P. campestris; this is a mere urdershrub endowed with a greatly expanded subterranean system composed of thicks, richly branched, gemmiferous roots through which the plant reproduces itself vegetatively with copious wealth.

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RIZZINI,CARLOS TOLEDO

LAURÁCEAS DO GÊNERO OCOTEA, DO ESTADO DE SÃO PAULO

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COE-TEIXEIRA,BEULAH

CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA FLORA DA SERRA DOS ÓRGÃOS ESTADO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL I - BIBLIOGRAFIA BOTÂNICA REFERENTE À REGIÃO.

SINOPSE Os autores após terem consultado numerosa bibliografia, apresentam, como resultado, 351 obras que fazem referência a plantas ou aspectos botânicos da Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro.

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BARCIA,JESUS CARLOS COUTINHO TRAVASSOS,ODETTE PEREIRA LEAL,JOSÉ AQUILES

TIPOS DO HERBÁRIO DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIIRO - MELASTOMATACEAE - II

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CARVALHO,L. D’ A. FREIRE DE PROFICE,S.R.

CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO ANATÔMICO DE CURATELLA AMERICANA L.

A espécie usada no presente estudo, Curatella americana L. fam. Dilleniaceae, da qual existe exemplar vivo no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, cultivada a partir de sementes trazidas do cerrado da Paraopeba, Estado de Minas Gerais. Habita por todo Brasil tropical, em lugares secos subestéreis, associada a pequenas árvores e arbustos que são chamados tabuleiros cobertos e também na orla das caatingas, onde se torna caducifólia, Estado de São Paulo, parte setentrional, nos Estados de Minas Gerais, em Cerro Frio, perto de Formiga e também entre Borda do Campo e Ouro Preto, na parte ocidental até o Rio São Francisco. Pelo Estado de Goiás até Mato Grosso na altura de Cuiabá. De Vitória até a Bahia principalmente em lugares arenosos, também no Piauí, Maranhão e Pará (ob. dos autores). Nomes vulgares: lixeira, cajuerio, bravo, cajurana, sambaiba (do Tupi Çaimbé áspero). Os carajás denominam-se Cô-ri-xó segundo Othon Machado. As folhas são empregadas como papel de lixa, no polimento e desgaste de objetos de madeira. É utilizada ainda em veterinária e em medicina humana no tratamento de ferimentos infectados. (Fl. Bras. 13 (1):67-69. As folhas, quanto à sua morfologia, são: Folhas elíptica às vezes oblongas, obtusas às vezes arredondadas, mais ou menos plicadas inteiras. Repandas às vezes sinuato dentada (grosso crenada), superiormente (pag. ventral) áspera tomentosa às vezes ásperas. Folhas fechadas para o ápice do ramo, as mais jovens agradavelmente tomentosa, pelos faisciculados estelados, bastante rijos às vezes alogandos e flexíveis o indumento torna-se áspero e quando os pêlos são mais espeçados menos é a aspereza. O tamanho dos pêlos é variado, bem como o espaçamento entre eles e o tamanho das folhas varia de 7,6 cm a 30,5 cm de comprimento por 3,8 cm a 12,7 cm de largura. O pecíolo é pequeno medindo 0,225 cm. A nervura central bem desenvolvida, dorsalmente semicilíndrica. Nervuras secundárias em números de 12 a 18 ereto patentes e prolongam-se em apículos marginais. Ventralmente são subimpressas, e dorsalmente são salientes elegantemente reticuladas na página dorsal. Aparecem pelos estrelados em todas as nervuras, são persistentes.

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GUIMARÃES,DELPHOS JOSÉ ARAÚJO,ROSÂNGELA RAMOS DE OLIVEIRA,BENEDICTO A. DUARTE DE MONTEIRO NETO,HONORIO

BRYOPHYTA (MUSCI) DO HERBÁRIO DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

Organizando o Herbário de Briófitos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, os autores tiveram oportunidade de encontrar grande cópia de material identificado por V. F. Brotherus, autor das monografias sobre o assunto, que constam do Nat. Pflanzenfamilien de Engler-Prantl, 2 Auflage, 10 e 11 Band. Dada a importância dessa coleção e com o objetivo de contribuir para um melhor conhecimento da flora briológica brasileira de atrair estudiosos para esse campo da Botânica, até o presente relegado a um segundo plano, os autores dão a público a primeira parte da relação de espécimes existentes no Herbário do Jardim Botânico, envolvendo as famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Dicranaceae, Entodontaceae, Ephermeraceae, Erpodiaceae, Fabroniaceae, Funariaceae, Hedwigiaceae e Hookeriaceae. Outras famílias serão relacionadas em trabalho subseqüente.

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VATTIMO-GIL,IDA DE VATTIMO,ITALO DE

O BICENTENÁRIO DE SAINT-HILAIRE

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RIZZINI,CARLOS T.

CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DAS LAURACEAS VI

ABSTRACT In this paper the Author gives new localities of occurrence for 68 species of Lauraceae. All cited plant material was identified by the Author and belong, in the major part, to the Herbaria RB, R, MG and HBR.

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VATTIMO-GIL,IDA DE

MORFOLOGIA DAS SEMENTES DE 35 GÊNEROS DE SCROPHULARIACEAE DO BRASIL - SUA APLICAÇÃO À SISTEMÁTICA DESTA FAMÍLIA

RESUMO O presente trabalho visa a determinação dos gêneros, através das características seminais encontradas nas 99 espécies estudadas. Verificou-se uma variação não só no formato, quanto nas esculturações da testa e número de sementes por cápsula. Com base no formato e nas esculturações, foram estabelecidos 12 tipos de sementes, (Ichaso, 1978)além dos 5 anteriormente criados por Thieret. Observou-se, então, que a tribo Gratioleae é a que possui maior número de tipos, englobando o reticulado-foveado, o reticulado, o foveado, o longitudinal-sulcado, o sulcado-ondulado-Tetraulacium e o granulado-Stemodia. Nos gêneros que a compõem, há uma predominância do tipo reticulado, que ocorre em Bacopa Aubl., (figs. 1-20), Mecardonia Ruiz et Pav. (figs. 20-25), Stemodia L. (figs. 28 e 34), Otacanthus Lindl. (figs. 35-37), Lindernia All. (fig 41), Scoparia L. (Figs. 44-46), Achetaria Cham. et Schlecht. (fig. 47), Capraria L. (fig. 48), Gratiola L. (fig. 49), Mazus Lour. (fig. 50). Segue-se o tipo longitudinal-sulcado, encontrado em dois gêneros: Stemodia L. (figs. 26,27, 30-32) e Limosella L. (Fig. 52). Dentre as Gratioleae é Stemodia L., o gênero que apresenta maior variação nos tipos: possui o granulado (figs. 25,29,33), o reticulado (figs. 28 e 34) e o longitudinal-sulcado (figs. 26,27,30-32). Seguem-se as tribos Verbasceae (reticulado-foveado), Calceolarieae (longítudinal-sulcado, fig. 56) e Hemimerideae (cristado-reticulado (figs. 57-67), todas elas com apenas um gênero. A tribo Antirrhineae, representado, no Brasil, por 4 gêneros, serviu de base à criação de 5 tipos de sementes, (Ichaso, 1978: 339) pois as 2 espécies de Antirrhinum L., variavam suficientemente e permitiram, cada uma, a criação de um tipo (figs. 68-69). Assim, tem-se os tipos: muricado-reticulado-alado (fig. 68), o densomuricado (fig. 69), o ondulado-alado-Linaria (figs. 70,70a), o corticoso-cristado-Cymbalaria (fig. 71) e o cristado-aiado-Maurandia (fig. 72). Chega-se às Digitaleae, também com apenas um gênero. Digitalis L., que possui o tipo reticulado (fig. 73). As Veroniceae, com Veronica L., serviram à criação de 2 tipos: o escavado-marginado (fig. 76) e o pseudo-laevis (figs. 74,75-75a e 77), Ichaso I.c.: 340-341. As Buchnereae, têm o tipo reticulado-inflado, como o predominante, pois ocorre em Gerardia L. (figs. 85-87), Nothochillus Radlk. (fig. 90), Castilleja L. (fig. 91), Melasma Berg. (fig. 92), Alectra Thunb. (fig. 93-94) e em Escobedia Ruiz et Pav. (fig. 95). Em Buchnera L. (figs. 78-83) e em Anisantherina Pennell, encontra-se o tipo reticulado. O tipo linear-oblongo ê encontrado em Physocalyx Pohl. (figs. 96-97). Quanto ao número de sementes por cápsulas, variam de poucas (menos de 25) em Veronica L., Tetraulacium Turcz. Antirrhinum L., Cymbalaria Hill, a numerosíssimas (acima de 300), em Physocalyx Pohl. e Escobedia Ruiz et Pav. Pode-se estabelecer uma correlação entre os diversos tipos de sementes, partindo-se do tipo foveado, chegando-se ao reticulado e daí alcançando-se os mais adaptados à anemocoria e assim, considerados os mais evoluidos, dentro da concepção de que qualquer adaptação a este tipo de dispersão, seria um grau de evolução alcançado pelas sementes. Pôde-se estabelecer um critério de diferenciação, utilizando-se, apenas, o caráter semente, para elaboração de uma "chave". Levantou-se a problemática de Anisantherina Pennell, ser um sinônimo de Rhamphicarpa Benth. emend. Engler, problema esse que só será solucionado, depois de exame de espécies africanas do gênero mencionado.

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ICHASO,CARMEN LÚCIA FALCÃO

MORACEAE - NOTAS TAXONÔMICAS

RESUMO Comenta-se a posição das Moraceae dentro das Urticales e assinalam-se os géneros desta Ordem existentes no Brasil, de acordo com as modernas revisões. Em acréscimo é apresentada uma chave para a identificação dos gêneros de Moraceae do Brasil.

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CARAUTA,JORGE PEDRO PEREIRA

CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DA ECOLOGIA DA FLORESTA PLUVIAL TROPICAL E SUA CONSERVAÇÃO - 2

RESUMO neste trabalho apresentamos informações dos diversos fatores naturais que atuam sobre as plantas, os grupamentos vegetais (sinúsias), generalidades e as formas de degradação das nossas florestas.

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LAROCHE,ROSE CLAIRE MARIA

MANUAL ILUSTRADO DE ALGUMAS PLANTAS ESPONTÂNEAS NO RIO DE JANEIRO

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STRANG,H.E. CARAUTA,J.P.P. VIANNA,M.C. AIDA,VANIA

LEVANTAMENTO DOS TIPOS DO HERBÁRIO DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO: MELIACEAE I

SINOPSE Com este trabalho damos continuidade à série de outros que se vem realizando neste Jardim sobre Tipos do Herbácio do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB), e sua classificação. É ilustrado com fotografias das espécies cujo material foi citado pelo autor.

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GUIMARÃES,ELSIE FRANKLIN MAUTONE,LUCIANA FERREIRA,VALERIO FLECHTMANN MARTINELLI,GUSTAVO

TIPOS DE SOLANACEAE DO HERBÁRIO DO MUSEU NACIONAL DO RIO DE JANEIRO

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CARVALHO,LÚCIA d'ÁVILA FREIRE DE

EXCURSÃO BOTÂNICA AO PARQUE NACIONAL DE SETE CIDADES, PIAUÍ

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BARROSO,GRAZIELA MACIEL GUIMARAES,ELSIE FRANKLIN

PLANTAS DA CAATINGA-III. RHAMNACEAE ANOMALIA FLORAL EM ZIZYPHUS JOAZEIRO MARTIUS

RESUMO As autoras apresentam uma análise das anomalias encontradas na flor de Zizyphus joazeiro Mart., no que concerne a existência de uma variação celular enumérica e ao aumento do número de feixes vasculares que irão suprir as peças florais.

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VALENTE,M. da C. CARVALHO,L d'A. FREIRE DE

TIPOS D0 HERBÁRIO D0 JARDIM BOTÂNICO D0 RIO DE JANEIRO MELASTOMACEAE - III

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CARVALHO,L d'A. FREIRE DE PROFICE,S. R.